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Tomada de decisão: Saia do arriscado feeling e venha para a técnica!

Quantas peças devo comprar? Qual produto coloco pra vender? Essa campanha vai dar certo? Os meus clientes estão precisando disso? Que estratégia devo seguir esse mês? Para quem administra um negócio, essas questões estão sempre por perto. Você tem uma empresa, produtos e clientes mas... e agora? Como tomar as melhores decisões?

Há inúmeros fatores que devem ser considerados na formulação de um planejamento estratégico, como: os aspectos do ambiente interno, ambiente externo, forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. Para organizar esses aspectos, lhes apresentamos a famosa Matriz SWOT (abreviação do inglês para Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças), que permite a visualização clara de pontos da empresa a serem utilizados em estratégias de forma técnica, racional e direta, que não te deixa “vítima” do famoso “feeling”, que é arriscado para a saúde e estabilidade do seu negócio.

Antes de desenvolver cada quadrante da matriz, é necessário entender a diferença entre ambientes interno e externo:

Ambiente externo: tudo aquilo que a empresa está inserida e não tem como mudar. Exemplos: leis do mercado em que atua, evolução da tecnologia, crises monetárias, preço do dólar e do petróleo, guerra no exterior, etc.

Ambiente interno: tudo aquilo que a empresa é, tendo poder de influência sobre seus aspectos. Exemplos: valores da empresa, produtos de qualidade, atendimento exclusivo, recursos humanos, etc.

Entendendo que há fatores que podemos controlar e outros que não, temos que analisar agora quais são os aspectos positivos e negativos de cada um deles.

Forças: Nesse quadrante, são analisados pontos internos fortes da empresa em relação aos seus concorrentes. É aqui onde é visto o diferencial da empresa, coisas que estão dando certo e que são motivo de reconhecimento e orgulho. 

  1. Produtos de qualidade;
  2. Atendimento ao cliente;
  3. Garantia;
  4. Processos ágeis. 

Fraquezas: Aqui é onde a empresa deve olhar para si mesmo e admitir pontos que não estão sendo aproveitados ao máximo ou que estão impedindo a lucratividade ou até sendo um prejuízo para si mesma. Nessa parte é importante ser crítico e reconhecer os próprios erros, mesmo sendo algo difícil de admitir.

  1. Volume demasiado de processos;
  2. Reuniões longas, cansativas e improdutivas;
  3. Rituais desnecessários;
  4. Funcionários desmotivados. 

Oportunidades: Agora começamos a olhar mais para o ambiente externo, os movimentos que ocorrem no mundo que valorizam o mercado que se está inserido. Aqui é onde se mapeia diversos gatilhos que podem trazer enormes benefícios para a empresa.

  1. Queda de custo na produção de algum fornecedor;
  2. Novas tendências do mercado; 
  3. Visibilidade gerada espontaneamente ao seu mercado devido a reportagens/influenciadores/etc;
  4. Falência de concorrentes. 

Ameaças: Tudo que tem um lado bom, tem um lado ruim também. O mesmo ambiente que traz oportunidades e benefícios, também traz ameaças e prejuízo. É importante mapear diversos cenários para estar atento no que se fazer caso o pior aconteça. Não se deve ignorar essa etapa, pois um posicionamento forte em época de crise define o futuro da empresa.  Não é se “acontecer”, mas sim “quando” acontecer você estará pronto?

  1. Novos competidores;
  2. Perda de trabalhadores/fornecedores/matéria-prima;
  3. Acidentes com consumidores/trabalhadores da empresa;
  4. Alterações políticas em legislações e normas do mercado.

Com toda essa análise realizada, a empresa é capacitada de tomada de decisão com fundamentos críticos, evitando o achismo do negócio. Além da análise SWOT proporcionar uma visão mais ampla de mercado, fazendo com que seja enxergado o todo da organização (o que precisa melhorar e o que pode ser aproveitado), ela consegue trazer espontaneamente novas ideias e possibilidades que não seriam consideradas normalmente. Também é possível preparar planos de crise para diferentes situações que a empresa pode se situar no futuro. 

Em um negócio, é importante saber tomar as decisões certas. Muitas vezes, não é o que achamos ou pensamos logo de imediato, por isso deve-se considerar todos os aspectos possíveis que a empresa está situada. A administração de sucesso não é um destino, mas sim o caminho que constrói o futuro, pois o lucro é apenas a consequência de um trabalho bem feito. 

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