No Mês das Mulheres, refletir sobre trajetórias profissionais também é reconhecer as diferentes formas de protagonismo que surgem dentro das organizações. Cada experiência, cada desafio superado e cada espaço conquistado contribuem para transformar ambientes de trabalho e ampliar as possibilidades para novas gerações de profissionais.
Na nova edição Rayssa Silva compartilha sua visão sobre protagonismo feminino no ambiente corporativo a partir de sua atuação em Recursos Humanos na KOSTAL. Entre processos de recrutamento, integração de novos colaboradores e diálogo constante com diferentes áreas da empresa, Rayssa reflete sobre a importância da escuta, da participação ativa e da construção coletiva no desenvolvimento de equipes mais diversas e colaborativas.
Uma perspectiva sobre crescimento profissional, representatividade e o papel das mulheres na transformação dos ambientes de trabalho.
O Mês das Mulheres sempre nos convida a olhar com mais atenção para as trajetórias que construímos todos os dias dentro das organizações. Mais do que uma data simbólica, é um momento de reflexão sobre os caminhos percorridos, os espaços conquistados e, principalmente, sobre o impacto que a presença feminina tem na construção de ambientes de trabalho mais diversos, colaborativos e inovadores.
Para mim, falar sobre ocupar espaço e ter voz no ambiente corporativo também passa pela minha própria história.
Meu nome é Rayssa Silva, tenho 22 anos, estudo Administração e atuo na área de Recursos Humanos da KOSTAL, mais especificamente em Recrutamento e Seleção. No meu dia a dia, participo de processos de atração de talentos, conduzo o onboarding para novos colaboradores e também participo de reuniões de alinhamento de perfil com lideranças de diferentes áreas da empresa, entendendo as necessidades de cada gestão para encontrar profissionais que possam contribuir com o crescimento da organização.
Trabalhar com pessoas sempre me mostrou o quanto cada trajetória profissional é única. E é justamente nessa troca constante que aprendemos sobre escuta, desenvolvimento e construção coletiva.
Quando penso no que significa ocupar espaço e ter voz no ambiente de trabalho, penso primeiro na possibilidade de contribuir. Não se trata apenas de estar presente em uma reunião ou fazer parte de um processo, mas de perceber que a sua opinião é considerada, que sua perspectiva é valorizada e que suas ideias ajudam a construir decisões.
Dentro do setor automotivo, sabemos que historicamente estamos falando de um ambiente majoritariamente masculino. Durante muitos anos, esse foi um espaço ocupado principalmente por homens em diferentes áreas da indústria. Mas também é verdade que esse cenário vem se transformando gradualmente, e fazer parte dessa transformação é algo muito significativo.
Na minha experiência dentro da KOSTAL, vejo um ambiente onde existe respeito, abertura e espaço para diálogo e protagonismo feminino. Mesmo estando no início da minha trajetória profissional, percebo que existe confiança no trabalho que desenvolvo e na contribuição que posso oferecer dentro da área de Recursos Humanos.
Ter voz, para mim, significa exatamente isso: saber que posso participar das conversas, trazer percepções sobre perfis profissionais, compartilhar pontos de vista sobre desenvolvimento de pessoas e contribuir para decisões que impactam diretamente o crescimento da empresa e das equipes.
Ocupar espaço também significa reconhecer que cada mulher que constrói sua trajetória em ambientes tradicionalmente masculinos ajuda, de alguma forma, a ampliar possibilidades para outras. Cada presença, cada contribuição e cada conquista profissional fazem parte de um movimento maior de transformação dentro das organizações.
E essa transformação não acontece apenas por grandes mudanças estruturais. Ela acontece também nas relações do dia a dia: na escuta, no respeito, na valorização das competências e no incentivo ao desenvolvimento de cada profissional.
Trabalhar em Recursos Humanos me permite acompanhar de perto o quanto as organizações evoluem quando investem em diversidade de perspectivas. Equipes diversas pensam de formas diferentes, trazem novas soluções e contribuem para ambientes mais inovadores e humanos.
Por isso, quando falamos sobre o Mês das Mulheres, não estamos falando apenas de celebração. Estamos falando sobre reconhecimento, representatividade e continuidade. Reconhecimento das mulheres que vieram antes e abriram caminhos. Representatividade para que novas gerações possam se enxergar ocupando diferentes espaços. E continuidade para que o desenvolvimento profissional das mulheres siga avançando dentro das organizações.
Para mim, ocupar espaço e ter voz na KOSTAL significa participar dessa construção todos os dias. Significa contribuir com aquilo que sei, aprender constantemente e crescer em um ambiente onde a colaboração, o respeito e o desenvolvimento fazem parte da cultura.
E talvez a parte mais bonita dessa jornada seja entender que quando uma mulher cresce profissionalmente, ela raramente cresce sozinha. Ela inspira outras, amplia possibilidades e ajuda a construir ambientes onde mais mulheres também possam se desenvolver.
Neste Mês das Mulheres, celebro não apenas as conquistas individuais, mas principalmente o movimento coletivo de mulheres que estudam, trabalham, lideram, inovam e transformam realidades dentro das organizações.
Porque ocupar espaço não é apenas sobre presença.
É sobre participação, contribuição e construção de futuro.